Um forte terremoto de magnitude 7,5 atingiu a costa nordeste do Japão nesta segunda-feira (20 de abril de 2026). O tremor foi sentido com intensidade em Tóquio, onde prédios balançaram por cerca de sete minutos, e resultou na emissão imediata de alertas de tsunami para diversas províncias.
Alerta no Japão: Terremoto de magnitude 7,5 atinge a costa e gera alerta de tsunami
A primeira-ministra, Sanae Takaichi, agiu rapidamente, criando uma força-tarefa de emergência e ordenando a evacuação imediata das áreas de risco.
As autoridades japonesas emitiram diferentes níveis de alerta dependendo da região. Até o momento, ondas já foram detectadas, mas em níveis abaixo da estimativa máxima de 3 metros.
Alerta de Tsunami (até 3 metros): Província de Iwate, partes de Hokkaido e Aomori.
Aviso de Tsunami (até 1 metro): Outras áreas do nordeste do país.
Ondas registradas até agora:
Porto de Kuji (Iwate): 0,8 metro (nível da água continua subindo).
Porto de Miyako (Iwate): 0,4 metro.
⚠️ Orientação da Premiê: “Moradores das áreas afetadas devem sair imediatamente para terrenos mais altos ou locais seguros, como edifícios de retirada.”
Impacto nos Transportes e Energia
O tremor causou interrupções significativas na infraestrutura do país:
Trens-Bala (Shinkansen): Serviço suspenso entre as estações Tóquio e Shin-Aomori devido à queda de energia.
Linhas Locais: Operações interrompidas entre Akita e Morioka, além de todos os trens locais na província de Iwate.
Usinas Nucleares: A Tokyo Electric Power Company informou que não foram detectadas anormalidades nas usinas de Fukushima Daiichi, Fukushima Daini, Onagawa e Higashidori. Os trabalhadores foram retirados por precaução.
Resumo da Situação
Detalhe
Informação
Magnitude
7,5 (revisada pela JMA)
Horário do Alerta
8h52 (horário local no Japão)
Epicentro
Costa nordeste de Honshu
Danos Humanos
Ainda em fase de confirmação pelas autoridades
O Japão, localizado no Círculo de Fogo do Pacífico, é uma das regiões mais preparadas do mundo para este tipo de evento, mas a lembrança do desastre de 2011 mantém as autoridades em vigilância máxima.